Giubriella


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19 de Agosto: Capítulo 3.

   Ok, são 18:30 e faltam 30 minutos. Pensou ela. 
   Ela estava vestido uma roupa diferente pela milionésima vez. Quando finalmente escolheu a roupa, faltavam 5 minutos pra ele chegar… 
   Logo, estava esperando na portaria. O carro dele chegou e o vidro desceu. 
 - Ei! - Chamou ele, sorrindo. 
 
   No carro, eles conversaram sobre tudo. Dessa vez, ela não estava tão nervosa, era como se estivesse conversando com ele na escola, na hora do intervalo. Quando chegaram lá, ele deu a volta no carro e abriu a porta pra ela. Os dois riram da cena e logo entraram no shopping. Pararam numa loja de instrumentos musicais e se demoraram tanto que quase perderam o hora do filme. 
  Gabriella tirava a mão rapidamente, toda vez que elas se encontravam quando comiam pipoca. Até que o filme acabou. Ela não tinha realmente prestado atenção no filme, estar na presença dele a deixava muito distraída. 
  - Está com fome?
  - Não exatamente…
  - Aceitaria dividir um sorvete comigo? - Ele riu
  - Claro. 

O assunto voltou a ser a escola. Riram até o caminho da casa de Gabriella, quando ela propositalmente entrou no assunto ”Relacionamento”, se lembrou de uma namorada que ele tivera na escola. Ela soube que ele estava solteiro, o que deixou ela muito aliviada. E ele também não deixou de perguntar. Mas o assunto morreu com um ”Ah, certo” de Giuseppe, com um tom de aprovação.

 - Obrigada por hoje. Tchau. 
 - Tchau, Slash. 

  Eles riram e Giuseppe a abraçou. Ela subiu e se jogou na cama, já passava das 1 da manhã, quando ela finalmente dormiu, e tampouco iria parar de pensar no encontro da noite passada no dia seguinte. 
    

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19 de Agosto: Capítulo 2.

  Gabriella ficou pensando naquele telefonema por horas, ficou ouvindo em sua cabeça por horas a voz dele no  telefone. 

 Será que ele está namorando? Ou talvez casado?  Se tivesse, porque convidaria para um cinema? Será que levaria sua namorada ou esposa junto? 

   Era muitas perguntas que ela se fazia. Depois daquele dia, ela ficou colada no telefone esperando mais uma ligação. Ele tocava ela ia direto atender, correra tanto para atender, que certo dia, quebrou um vaso que estava na família muitas gerações. 

  Mais certo dia, quando ela tinha acabado de perder a esperança, o telefone toca. Desanimada e disposta a não quebrar mais nada, ela foi ao telefone, e quando ouviu aquela voz, começou aquelas coisas estranhas, coração disparado, suor frio, mãos trêmulas, quase não conseguia segurar o telefone, muito menos falar, ela gaguejava:

-A-A-A-A-A-A-A-LÔ-O-O?

E ele respondeu:

-Oi, Gabi? Sou eu, liguei para marcarmos aquela saida, talvez um cinema, o que acha?

Ainda não acreditando que aquilo estava acontecendo, ela respondeu:

-Ah, sim, tudo bem? Vamos marcar para hoje? De noite? Está passando um filme ótimo sobre os antigos músicos, que marcaram a história da música, combina com nós dois, não acha?

Ele fala:

-Hahaha. Verdade, não é mesmo? Então ok, me passa seu endereço que eu te pego ás 19:00, ok?

Depois de dar o endereço, com o coração quase pulando, ela fala:

-Ótimo, combinado, Beijo.

E ele se despede.

Ela morrendo de amores, não conseguia acreditar que um amor de adolescência estava de volta e disposto a sair com ela, e ter um amizade verdadeira, talvez mais que uma amizade. 

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Correspondidos: Capítulo 1.

No colégio, Gabriella foi a última a sair da sala para ir ao recreio, Giuseppe decidiu esperar por ela, ele chegou por trás e deu um beijo na bochecha dela, os dois riram.

Quando Gabriella virou, eles se olharam intensamente, Gabriella nunca desejará este momento, seria envergonhoso demais para ela, a garota não sabia o que fazer, ela gostava dele.

-Que susto! Não te vi. - Disse Gabriella dando uma risadinha apaixonada.

-Foi mal - Ele riu

Fez-se silêncio, o garoto estava com medo, ele não sabia o que fazer, a única coisa que pensará era beija-lá, ele chegou mais perto e beijou os lábios que Giuseppe mais desejá no mundo, ele ficou com mais medo ainda, ele não sabia se ela iria retribuir, mas para a surpresa dele, Gabriella retribuiu.

-Gostou do beijo? - Sussurrou Giuseppe

-Mas é claro que sim, por quê eu não gostaria?

-Ah, sei lá. Você gosta de mim?

-Sim

O inspetor simplesmente gritou: DIREÇÃO!

Os dois saíram da sala e foram indo no caminho da direção.

-Vamos fingir que iremos para a direção mas não iremos aquele velho é tão idiota que não vai nem perceber - Sussurrou Gabriella

Eles se misturaram e se abaixaram num bando de alunos e conseguiram ir para o recreio.
 
-Nossa! - Disse Giuseppe

-Pois é, odeio ele.

Eles riram muito, tinham muitas coisas em comum…

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19 de Agosto: Capítulo 1.

 Uma linda tarde ensolarada, Gabriella está na praia de Ipanema, pegando Sol. Então, ela avista um garoto familiar e o reconhece. Seu coração dispara e ela começa a suar frio, e suas mãos estão trêmulas.

  Talvez devesse apenas ignorá-lo ou… simplesmente ir falar com ele. E se ele me reconhecesse?com esse pensamento, se levantou e foi lentamente até ele. Ele estava exatamente como ela se lembrava. 

  Se aproximou e perguntou:
- Ei, você me parece familiar.. Eu te conheço?!
- Hm, não sei… 
Gabriella se sustentava ora em um pé, ora em outro. Até que ele fez uma expressão de compreensão. E exclamou:
- Gabriella, do Santa Mônica. 
E a abraçou. 
- Reconheci pelo cabelo - Ele riu - Ele não muda, não é? 
Gabriella riu. 
- Pois é - Ela disse, sorrindo.

Ele olhou pro relógio e falou:

Olha, toma meu telefone - Ele pegou um pedaço de papel da carteira. - Você pode me ligar depois. 


  Gabriella chegou em casa e se largou no sofá, pegou o papel com o número que já tinha examinado milhares de vezes no caminho para casa… 
Ligo ou não?! Ela pensou, aflita. Não é muito cedo pra ligar? 

Depois de pensar bastante, pegou o telefone e discou o número. Esperou 2 toques e bateu o telefone. 

Não. Hoje não…

Ela passou o resto do dia se perguntando se deveria ligar, e tomou uma decisão. 


- Alô?!
- Oi… é.. Gabriella. - Como eu sou estúpida. pensou ela, se lamentando.

Eles falaram sobre a escola, sobre o trabalho e até sobre as músicas que costumavam ouvir. 

- Você não quer ir qualquer dia desse no cinema, ou sei lá?
- Cl-claro, um segundo. 
  Ela enfiou o telefone no sofá e sorriu. 

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