Uma linda tarde ensolarada, Gabriella está na praia de Ipanema, pegando Sol. Então, ela avista um garoto familiar e o reconhece. Seu coração dispara e ela começa a suar frio, e suas mãos estão trêmulas.
Talvez devesse apenas ignorá-lo ou… simplesmente ir falar com ele. E se ele me reconhecesse?com esse pensamento, se levantou e foi lentamente até ele. Ele estava exatamente como ela se lembrava.
Se aproximou e perguntou:
- Ei, você me parece familiar.. Eu te conheço?!
- Hm, não sei…
Gabriella se sustentava ora em um pé, ora em outro. Até que ele fez uma expressão de compreensão. E exclamou:
- Gabriella, do Santa Mônica.
E a abraçou.
- Reconheci pelo cabelo - Ele riu - Ele não muda, não é?
Gabriella riu.
- Pois é - Ela disse, sorrindo.
Ele olhou pro relógio e falou:
Olha, toma meu telefone - Ele pegou um pedaço de papel da carteira. - Você pode me ligar depois.
Gabriella chegou em casa e se largou no sofá, pegou o papel com o número que já tinha examinado milhares de vezes no caminho para casa…
Ligo ou não?! Ela pensou, aflita. Não é muito cedo pra ligar?
Depois de pensar bastante, pegou o telefone e discou o número. Esperou 2 toques e bateu o telefone.
Não. Hoje não…
Ela passou o resto do dia se perguntando se deveria ligar, e tomou uma decisão.
- Alô?!
- Oi… é.. Gabriella. - Como eu sou estúpida. pensou ela, se lamentando.
Eles falaram sobre a escola, sobre o trabalho e até sobre as músicas que costumavam ouvir.
- Você não quer ir qualquer dia desse no cinema, ou sei lá?
- Cl-claro, um segundo.
Ela enfiou o telefone no sofá e sorriu.